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20 de novembro de 2010

Corte Seco-- Teatro Apolo-- XIII Festival Recife do Teatro Nacional


Sinopse: A ação programada e o acaso, o projeto e o improviso, o esperado e o inusitado. Assim é Corte Seco, espetáculo experimental e última parte da trilogia criada pela Cia. Vértice, dirigida por Christiane Jatahy, que levou à cena Conjugado (2004) e A falta que nos move (2005, já exibido em Recife). Entre a representação de conflitos cotidianos e as recorrentes tentativas de rever o próprio modo de representar, a vida segue regida literalmente pela encenadora, em zona intermediária entre a ficção e o real, entre a obra e o seu processo de construção. O espetáculo está indicado ao Prêmio Shell 2010 na categoria Direção. “A exigência do dramático como percepção do cênico fica diluída pela relevância que a linguagem ganha como centro e razão da montagem (...) A diretora demonstra segurança orquestrando artesanato e tecnologia sem tropeços”. (Macksen Luiz, Jornal do Brasil).
Ficha Técnica: (Direção e dramaturgia) Christiane Jatahy, (Cenário) Marcelo Lipiani, (Iluminação): Paulo César Medeiros, (Músicas) Rodrigo Marçal, (Orientação corporal) Dani Lima, (Intérpretes) Cristina Amadeo, Eduardo Moscovis, Marjorie Estiano, Felipe Abib, Paulo Dantas, Ricardo Santos, Stella Rabello, Branca Messina e Leonardo Netto.

-Teatro Apolo-
Dias: 22,23 e 24 às 19h
Grupo – CIA: CIA Vértice de Teatro
Duração: 75 min.
Classificação: 16 anos

Fonte: Diario de Pernambuco

Um comentário:

  1. Muito bom espetáculo, apesar de muito confuso sem ter uma história sem início, meio e fim... é um bolo de histórias que se confundem e dão um nó na cabeça do espectador. Particularmente não assistiria novamente, salvo pelos globais.

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